Nota do SINDURCA: sem chips, sem aulas!

A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis – PROAE da URCA divulgou notícia ontem, 15, sobre o adiamento da entrega de chips telefônicos nas cinco unidades devido o lockdown. O SINDURCA considera a posição correta. As condições são preocupantes: probabilidade de contaminação dos servidores; número crescente de casos de Covid-19 e presença da nova variante na região; capacidade limitada dos leitos nos hospitais locais. Ao mesmo tempo, questionamos como fica a situação dos estudantes que necessitam do chip?

O semestre letivo remoto iniciou este mês de março. Desde o início a Reitoria da URCA comunicou sobre a entrega dos chips telefônicos para estudantes selecionados em setembro do ano passado. No total, deverão ser entregues 2.098 chips que possibilitam o acesso de estudantes às aulas remotas.

Como ficarão estes mais de 2 mil estudantes sem chips? O semestre continuará? Mais uma vez os estudantes estarão à própria sorte no semestre remoto?

Em 1 ano da pandemia de Covid-19, além das 280 mil vidas perdidas em todo o país, agravou ainda mais as desigualdades de acesso aos direitos básicos. Na educação remota, dividiu uma parcela que tem possibilidade de acesso a internet, e mesmo assim a uma forma precária de ensino, da outra, a maioria que sequer tem este direito.

A Reitoria da URCA pretende ignorar os mais de 2 mil estudantes sem acesso? Mais uma vez, segue a estrutura precária de andamento do semestre letivo.

Neste momento, o SINDURCA exige:

1) Assistência Estudantil específica para o Período de Pandemia.
2) Invalidação de eventuais faltas aos estudantes sem acesso à internet.

SINDURCA
16 de março de 2021.

, ,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *